Arquivo para BEDA | Sorvete de Chiclete
19 • agosto • 2015

Links fabulosos do BEDA #2


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Mais uma semana de BEDA começou e eu continuo aqui, firme e forte, produzindo conteúdos com muito amor pra vocês. Uma parte incrível desse projeto é ver outros blogs lindos incluindo meu humilde trabalho em seus links da semana. É algo gratificante, inexplicável e alegre, que me deu o ânimo que eu andava precisando. Carinhosamente, aqui estão eles:

A Estante Cheia – valendo o clique
Minhas Mineirices – falando de lindezas
Fleu de Lune – pra você clicar também

E os meu indicados:

Rainha do Drama – pranchetas na parede
Peonies – tecidos e fotos
Donna Rita – e o calendário criativo
Mulher Vitrola – utilidade para o bichano que terei no futuro
Lances pra sonhar – sobre os cabelos que dizem que devemos ter
ICKFD – gostosura pro lanche da tarde (esse não é do projeto, mas vale mesmo assim!)

Se você ainda não viu tudo de bom que foi publicado aqui no blog, é só ir no arquivo!

16 • agosto • 2015

O vento me contou


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Era uma vez, numa manhã fria, porém ensolarada… Não! Espera, não é bem assim que gosto de começar a contar histórias. Eu adoro contar coisas e casos pras pessoas, mas tem coisas que são muito mais do que simples histórias que terminam com felizes para sempre.

Bem, vamos tentar recomeçar. A manhã continua fria e ensolarada, mas os olhos já não estão mais inchados do choro, o coração não parece mais preso dentro de uma gaiola onde só cabe um grilo, os caminhos não parecem mais tão obscuros e confusos a seguir. Uma minúscula luzinha brilha lá no fundo, um misto de futuro, esperança, foco.

Naquele dia, o vento me contou sobre coisas que ainda estão por vir, me contou que não sei de tudo e tenho muito a aprender, me contou que precisamos sim dar ouvido ao coração, mas nunca ao que outros dizem. Ele me disse, não tão claramente, que há pessoas querendo te dizer o que fazer, enquanto outras delas te dizem apenas pra fazer e contar com seu apoio para o que precisar. Você escolhe as que estão do seu lado e com quem deseja compartilhar coisas boas.

De tudo que ele me diz, nada significou mais do que me alertar para os ventos de mudança. Aqueles mesmos dos ditados das nossas avós e que continuamos sem enxergar, demoramos a aceitar e custa muito se adaptar. Daquele que deixam a gente confusa por dentro, sem se decidir por baunilha ou morango, pelo estável ou o sonho, pelo preto ou pelo branco.

Sempre há as cores, o colorido, as nuances em cada situação, em cada palavra, em cada um que está dentro ou fora, em cada acontecimento. Feliz, entendi que o que estava por vir era mudança, desconfortável, levemente sofrida, como toda viagem para longe da zona de conforto começa.

Tem algo sobre o vento que nunca vou entender: essa habilidade de trazer consigo coisas boas. Pode ser uma brisa, ou um vendaval, não há como prever. Sei, muitas vezes ele precisa varrer um bocado de coisas antes de permitir que essas, tão boas, cheguem. Somos tolos e nem sempre enxergamos um pouco além do que é visível, mas elas sempre vem, com o devido esforço e exatamente na hora que deveriam acontecer.

15 • agosto • 2015

Na minha época


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Estava lembrando esses dias do primeiro post de blog da minha vida. Foi lá em meados de 2007, eu estava no colégio, com um monte de textos escritos na minha coleção de folhas de fichário e muita vergonha de mostrar o que eu escrevia pra alguém. Muita gente tinha fotolog, mas eu gostava mesmo era de publicar palavras e me sentia bem de compartilhar anonimamente um pouco das coisas que eu imaginava.

Olhando hoje, muita coisa mudou. Naquele tempo, ninguém precisava pedir pra ser seguido ou trocava comentários: a gente via um post legal e deixava nossa opinião, com certeza o outro autor – não existia isso de blogueiro, era autor mesmo – ia visitar nosso blog e comentar também. Espontaneamente, viu? A gente não precisava ficar espalhando nosso link em tudo quanto é rede social ou em fotos que não tinham a ver com o assunto, até porque a gente só tinha o Orkut mesmo. A gente participava de comunidades, mandava o link do nosso blog quando pediam e não precisava trocar likes ou comprar seguidores.

Era tão simples! A gente curtia ícones animados, muitos gifs, glitter e a seta do mouse sempre tinha um desenho diferente. Alguns ainda colocavam música pra tocar automaticamente quando abria a página, dá pra acreditar! A gente escrevia longos textos que eram lidos, compartilhava fotos com filtros malucos e stickers feitas com câmeras compactas simples, gravava vídeos com webcam e publicava prints das nossas Dolls.

Assim como hoje, havia sites repletos de layouts gratuitos, mas ninguém tinha vergonha de usar, todo mundo creditava quem criou. Mesmo que fosse tosquinho e bagunçado, todo mundo se orgulhava do seu blog por um motivo muito especial: ele era inteiramente pessoal. Na minha época, tinha menos plágio nos blogs e quando tinha a gente corria pro Barraco Virtual. Entrar na lista de blogs amigos e ter banners animados nas sidebar de outro blog era motivo de orgulho!

A gente tinha blog porque gostava, o resto era resto. Por mais que a gente levasse a sério, também levava as coisas mais leve e sem pretensão.

É, blogosfera de 2015, você ainda tem muito o que aprender com quem veio antes de você!

Esse post faz parte de um dos temas deste mês no Rotaroots, um grupo de blogueiros nostálgicos em busca de uma blogosfera mais cheia de amor. Um segredo: a gente não tinha muita noção do ridículo naqueles tempos!

14 • agosto • 2015

Decoração com puxadores de móveis


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Tudo relacionado a decoração de espaços pequenos me encanta, afinal, eu divido o quarto com a Nina e as coisas acabam tendo uma boa restrição de tamanho, além de precisar aproveitar cada cantinho da melhor maneira possível.

As paredes de casa ou do quarto servem mais do que pra colocar espelhos ou quadrinhos bonitinhos e hoje eu trago algumas de inspirações pra incorporar os puxadores de móveis nas suas paredes também. É o tipo de decoração funcional que economiza espaço e deixa o ambiente bonito, seja em paredes brancas ou coloridas e traz um ar descolado e diferente.


O mais legal dessa ideia é que podem ser adaptadas para varias finalidades, como pendurar casacos e bolsas ou organizar colares e pulseiras, além de se adaptar aos mais diversos cômodos, como closets, salas e até varandas. Como é um item que possui uma infinidade de formatos,  materiais e cores que vão desde o básico ao bem chamativo, dá pra escolher o que mais se combina com seu estilo e a decoração do seu cantinho.

Recentemente eu fiz isso aqui no meu quarto e consegui organizar meus colares de um jeito fofo e diferente, achei que ficou super funcional. Eu tento usar vários truques na decoração aqui do quarto pra deixar ele bem confortável mesmo sendo pequeno.

puxadores-coracaoEsses meus de coração foram comprados no AliExpress, são de cerâmica e já vieram coloridos. Nem precisei furar a parede para colocar, super prático!

Uma boa dica né?

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